O CURSO DE MACROECONOMIA INTERNACIONAL “CÂMBIO, COMÉRCIO E FINANÇAS INTERNACIONAIS”, cujo sumário é apresentado a seguir, foi especialmente desenvolvido
pelo Professor Érico Lins Leite – Professor Associado da UFRJ, aposentado em 2015
– em seu retorno às atividades docentes nessa mesma UFRJ, agora em regime de
voluntariado, na função de Professor Colaborador, atendendo ao convite formulado
pelo Departamento de Administração da Faculdade de Administração e Ciências
Contábeis.
pelo Professor Érico Lins Leite – Professor Associado da UFRJ, aposentado em 2015
– em seu retorno às atividades docentes nessa mesma UFRJ, agora em regime de
voluntariado, na função de Professor Colaborador, atendendo ao convite formulado
pelo Departamento de Administração da Faculdade de Administração e Ciências
Contábeis.
UFRJ
Universidade Federal do Rio de
Janeiro
Janeiro
Faculdade de Administração e
Ciências Contábeis
Ciências Contábeis
Departamento de Administração
CÂMBIO, COMÉRCIO E FINANÇAS
INTERNACIONAIS
INTERNACIONAIS
(ACA 505)
Prof. ÉRICO LINS LEITE
OBJETIVOS – METODOLOGIA – AVALIAÇÃO
PROGRAMA E REFERÊNCIAS
(2017)
OBJETIVO
O Curso tem por objetivo o estudo das Relações Internacionais, Políticas e
Econômicas, através da análise das práticas adotadas
pelas grandes nações, pelos grupamentos regionais – uniões aduaneiras e zonas de livre comércio, entre outras formas de integração – e por organismos supranacionais, como a Organização Mundial do Comércio e o Fundo Monetário Internacional.
Econômicas, através da análise das práticas adotadas
pelas grandes nações, pelos grupamentos regionais – uniões aduaneiras e zonas de livre comércio, entre outras formas de integração – e por organismos supranacionais, como a Organização Mundial do Comércio e o Fundo Monetário Internacional.
Assim, são analisadas as políticas e os instrumentos, nacionais e
internacionais, que possuem o poder de tolher ou contribuir para o
desenvolvimento econômico dos países através do comércio exterior de
mercadorias, serviços e do fluxo internacional de capitais.
internacionais, que possuem o poder de tolher ou contribuir para o
desenvolvimento econômico dos países através do comércio exterior de
mercadorias, serviços e do fluxo internacional de capitais.
METODOLOGIA
O Curso, dividido em CINCO
GRANDES PARTES, é desenvolvido predominantemente através de seminários, e por aulas
expositivas.
GRANDES PARTES, é desenvolvido predominantemente através de seminários, e por aulas
expositivas.
AVALIAÇÃO
O rendimento do aluno será aferido pela sua freqüência às aulas, grau
de envolvimento e participação nos seminários, e apresentação de monografia, individual ou em grupo.
de envolvimento e participação nos seminários, e apresentação de monografia, individual ou em grupo.
EMENTA DO PROGRAMA
PARTE I – A MOEDA NACIONAL E OS MEIOS
DE PAGAMENTOS INTERNACIONAIS
DE PAGAMENTOS INTERNACIONAIS
A
TAXA CÂMBIO. COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL. VALORIZAÇÃO E DESVALORIZAÇÃO
CAMBIAL. A POLÍTICA DE “FAZER O VIZINHO POBRE” E A ORIGEM DOS ACORDOS
BILATERAIS DE COMÉRCIO E DAS OPERAÇÕES DE CLEARING.
TROCAS INTERNACIONAIS VERSUS TROCAS
DOMÉSTICAS DE MERCADORIAS E, MOVIMENTO FINANCEIRO E DE CAPITAL.
TAXA CÂMBIO. COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL. VALORIZAÇÃO E DESVALORIZAÇÃO
CAMBIAL. A POLÍTICA DE “FAZER O VIZINHO POBRE” E A ORIGEM DOS ACORDOS
BILATERAIS DE COMÉRCIO E DAS OPERAÇÕES DE CLEARING.
TROCAS INTERNACIONAIS VERSUS TROCAS
DOMÉSTICAS DE MERCADORIAS E, MOVIMENTO FINANCEIRO E DE CAPITAL.
PARTE II – MERCADORIAS, SERVIÇOS E
RENDAS
RENDAS
NOMENCLATURA
INTERNACIONAL DE MERCADORIAS
INTERNACIONAL DE MERCADORIAS
NOMENCLATURA
COMUM DO MERCOSUL (NCM)
COMUM DO MERCOSUL (NCM)
TERMOS
E CONDIÇÕES DOS CONTRATOS INTERNACIONAIS (INCOTERMS)
E CONDIÇÕES DOS CONTRATOS INTERNACIONAIS (INCOTERMS)
COSTUMES
E PRÁTICAS UNIFORMES RELATIVOS A CRÉDITOS DOCUMENTÁRIOS
E PRÁTICAS UNIFORMES RELATIVOS A CRÉDITOS DOCUMENTÁRIOS
PARTE III – PROTECIONISMO CLÁSSICO E NOVO
PROTECIONISMO
PROTECIONISMO
COOPERAÇÃO
E CONFLITOS INTERNACIONAIS
E CONFLITOS INTERNACIONAIS
NOVAS
BARREIRAS AO COMÉRCIO INTERNACIONAL
BARREIRAS AO COMÉRCIO INTERNACIONAL
PRÁTICAS
DESLEAIS DE COMÉRCIO
DESLEAIS DE COMÉRCIO
INSTRUMENTOS
DE DEFESA COMERCIAL
DE DEFESA COMERCIAL
PARTE IV – MOVIMENTO INTERNACIONAL DE
CAPITAIS E CRISES CAMBIAIS
CAPITAIS E CRISES CAMBIAIS
EMPRÉSTIMOS
EM MOEDA, FINANCIAMENTOS E INVESTIMENTOS
EM MOEDA, FINANCIAMENTOS E INVESTIMENTOS
FINANCIAMENTO
DO SALDO EM CONTA CORRENTE
DO SALDO EM CONTA CORRENTE
EFEITOS
ECONÔMICOS RECESSIVOS E EXPANSIVOS
ECONÔMICOS RECESSIVOS E EXPANSIVOS
PARTE V – BALANÇO DOS PAGAMENTOS E
RECEBIMENTOS INTERNACIONAIS
RECEBIMENTOS INTERNACIONAIS
ATIVOS
E PASSIVOS REAIS E FINANCEIROS EXTERNOS. CENSO DE CAPITAIS ESTRANGEIROS.
E PASSIVOS REAIS E FINANCEIROS EXTERNOS. CENSO DE CAPITAIS ESTRANGEIROS.
TEMAS
PARA DISCUSSÃO (SEMINÁRIOS e MONOGRAFIAS)
PARA DISCUSSÃO (SEMINÁRIOS e MONOGRAFIAS)
1)
O Brasil no Comércio Mundial:
O Brasil no Comércio Mundial:
Principais
países exportadores (em ordem decrescente de valores, em dólares
norte-americanos, participação percentual. Principais países importadores
(idem, idem). Crescimento das exportações brasileiras, em períodos
selecionados.
países exportadores (em ordem decrescente de valores, em dólares
norte-americanos, participação percentual. Principais países importadores
(idem, idem). Crescimento das exportações brasileiras, em períodos
selecionados.
2)
Participação dos produtos básicos, semimanufaturados e manufaturados na exportação
brasileira:
Participação dos produtos básicos, semimanufaturados e manufaturados na exportação
brasileira:
Índices
de Preços e de Quantum. Séries Deflacionadas.
de Preços e de Quantum. Séries Deflacionadas.
Balança
Comercial, por setores de contas nacionais (classificação recomendada pelo
Departamento de Estatística da Secretaria das Nações Unidas). Balança
Comercial, valores em ordem decrescente do mais superavitário ao mais
deficitário.
Comercial, por setores de contas nacionais (classificação recomendada pelo
Departamento de Estatística da Secretaria das Nações Unidas). Balança
Comercial, valores em ordem decrescente do mais superavitário ao mais
deficitário.
3)
Áreas Preferenciais, Acordos Bilaterais e Multilaterais de Comércio:
Áreas Preferenciais, Acordos Bilaterais e Multilaterais de Comércio:
Zonas
de Preferências Tarifárias. Áreas de Livre Comércio. União Aduaneira. Mercado
Comum. União Econômica e Monetária.
de Preferências Tarifárias. Áreas de Livre Comércio. União Aduaneira. Mercado
Comum. União Econômica e Monetária.
4)
Financiamento das Compras e Vendas Internacionais:
Financiamento das Compras e Vendas Internacionais:
Buyer’s Credit. Suppliers Credit. Bid Bond. Performance Bond. Risco Comercial e
Risco Soberano (Risco País). Práticas Creditícias Internacionais. Sistema
Brasileiro de Financiamento às Exportações. Banco Mundial (The World Bank). Banco do Brasil (BB), Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Risco Soberano (Risco País). Práticas Creditícias Internacionais. Sistema
Brasileiro de Financiamento às Exportações. Banco Mundial (The World Bank). Banco do Brasil (BB), Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
5)
Negociações Internacionais. Barreiras ao Comércio. A organização Mundial do
Comércio (OMC):
Negociações Internacionais. Barreiras ao Comércio. A organização Mundial do
Comércio (OMC):
Rodadas
de Negociações Internacionais. Práticas desleais de comércio (dumping e subsídio). Instrumentos de Defesa
Comercial. As Salvaguardas.
de Negociações Internacionais. Práticas desleais de comércio (dumping e subsídio). Instrumentos de Defesa
Comercial. As Salvaguardas.
6)
Crises Cambiais nacionais e internacionais:
Crises Cambiais nacionais e internacionais:
Origens
e conseqüências. De 1994 a 2014. Fluxos Internacionais de Capitais de Curto,
Médio e Longo Prazo. Reservas Internacionais.
e conseqüências. De 1994 a 2014. Fluxos Internacionais de Capitais de Curto,
Médio e Longo Prazo. Reservas Internacionais.
7)
Financiamento do Saldo em Conta Corrente (Balança Comercial, Serviços, Rendas):
Financiamento do Saldo em Conta Corrente (Balança Comercial, Serviços, Rendas):
Empréstimos
e financiamentos versus Investimento
Estrangeiro Direto (IED).
e financiamentos versus Investimento
Estrangeiro Direto (IED).
Endividamento
Externo Bruto e Líquido.
Externo Bruto e Líquido.
Contas
Patrimoniais Externas: Posição Internacional de Investimento – Ativo e Passivo
Patrimoniais Externas: Posição Internacional de Investimento – Ativo e Passivo
Censo
de Capitais Estrangeiros.
de Capitais Estrangeiros.
8)
Empresas Multinacionais:
Empresas Multinacionais:
Fusões
e aquisições. Legislação antitruste. A Lei Sherman e a Lei Clayton, nos Estados
Unidos. A Legislação européia. A legislação brasileira de 1937. O Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (CADE)
e aquisições. Legislação antitruste. A Lei Sherman e a Lei Clayton, nos Estados
Unidos. A Legislação européia. A legislação brasileira de 1937. O Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (CADE)
9)
Os Meios de Transporte no Comércio Exterior Brasileiro:
Os Meios de Transporte no Comércio Exterior Brasileiro:
A
importância dos transportes marítimos na expansão do comércio exterior. Visão
conjuntural do comércio exterior brasileiro em face da infraestrutura marítima
nacional. O perfil da frota brasileira de longo curso e seus reflexos no
comércio exterior. Receitas e despesas brasileiras com fretes. Despesas com
afretamentos de meios de transporte. Importância das vendas e compras nas
modalidades Free on Board (FOB) e Cost,
Insurance and Freight (CIF).
importância dos transportes marítimos na expansão do comércio exterior. Visão
conjuntural do comércio exterior brasileiro em face da infraestrutura marítima
nacional. O perfil da frota brasileira de longo curso e seus reflexos no
comércio exterior. Receitas e despesas brasileiras com fretes. Despesas com
afretamentos de meios de transporte. Importância das vendas e compras nas
modalidades Free on Board (FOB) e Cost,
Insurance and Freight (CIF).
10)
O Consenso de Washington:
O Consenso de Washington:
Origem.
Lideranças. Resultados e Questionamentos, inclusive pelas economias líderes.
Lideranças. Resultados e Questionamentos, inclusive pelas economias líderes.
Nova
ordem política e econômica internacional? Países periféricos produtores de bens
de baixo valor agregado e exportadores de industrializados de origem primária.
Países centrais produtores e exportadores de manufaturados de elevado grau de
agregação e conteúdo tecnológico.
ordem política e econômica internacional? Países periféricos produtores de bens
de baixo valor agregado e exportadores de industrializados de origem primária.
Países centrais produtores e exportadores de manufaturados de elevado grau de
agregação e conteúdo tecnológico.
REFERÊNCIAS
ESTATÍSTICAS
ESTATÍSTICAS
Banco Central do Brasil
www.bcb.gov.br
Economia e
Finanças – Notas Econômico-Financeiras para a Imprensa – Política Fiscal –
Política Monetária e Operações de Crédito do SFN – Setor Externo
Economia e
Finanças – Notas Econômico-Financeiras para a Imprensa – Política Fiscal –
Política Monetária e Operações de Crédito do SFN – Setor Externo
Setor Externo; Economia
Internacional.
Internacional.
Bureau of Labor Statistics – USA
Fundação Centro de Estudos
do Comércio Exterior (FUNCEX)
do Comércio Exterior (FUNCEX)
Boletim de Comércio
Exterior
Exterior
Instituto de Estudos para o
Desenvolvimento Industrial (IEDI)
Desenvolvimento Industrial (IEDI)
Carta IEDI
International Chamber of
Commerce
Commerce
International Monetary Fund
Ministério da Fazenda –
Secretaria da Receita Federal
Secretaria da Receita Federal
Ministério
da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)
da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)
Estatísticas
de Comércio Exterior
de Comércio Exterior
Balança
Comercial Brasileira
Comercial Brasileira
II
– Série Histórica: 1999 – 2017
– Série Histórica: 1999 – 2017
Exportação
por Fator Agregado – acumulado
por Fator Agregado – acumulado
United Nations
Monthly
Bulletin of Statistics Online
Bulletin of Statistics Online
World Trade Organization
Rio de Janeiro
Março de 2017
Prof. Érico Lins Leite