CÂMBIO, COMÉRCIO E FINANÇAS
INTERNACIONAIS
INTERNACIONAIS
(ACA 505)
Prof. ÉRICO LINS LEITE
(2017/1)
TEMAS PARA
SEMINÁRIOS, TRABALHOS INDIVIDUAIS,
TRABALHOS EM GRUPO
TRABALHOS EM GRUPO
CONTEÚDO E ORIENTAÇÕES
1) Contrastes
entre o Comércio Doméstico e o Comércio Internacional:
entre o Comércio Doméstico e o Comércio Internacional:
–
Mercantilismo versus livre comércio.
Vantagens Absolutas e Vantagens Comparativas.
Mercantilismo versus livre comércio.
Vantagens Absolutas e Vantagens Comparativas.
– O Acordo
Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT). A Organização Mundial do Comércio (OMC).
Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT). A Organização Mundial do Comércio (OMC).
–
Barreiras ao comércio. O protecionismo no comércio mundial. Elencar e descrever
os tradicionais e os novos instrumentos de proteção.
Barreiras ao comércio. O protecionismo no comércio mundial. Elencar e descrever
os tradicionais e os novos instrumentos de proteção.
– As
práticas desleais de comércio. O dumping
e os subsídios fiscais e creditícios de incentivo às exportações.
práticas desleais de comércio. O dumping
e os subsídios fiscais e creditícios de incentivo às exportações.
– Defesa
Comercial. Os Instrumentos de Defesa Comercial: Direitos Antidumping e Direitos Compensatórios.
Comercial. Os Instrumentos de Defesa Comercial: Direitos Antidumping e Direitos Compensatórios.
– As Medidas
de Salvaguardas.
de Salvaguardas.
–
Formas de facilitação do comércio internacional:
Formas de facilitação do comércio internacional:
Acordos
Bilaterais e Multilaterais de Comércio: Acordos regionais de integração, Zonas
de preferência tarifária, Áreas de livre comércio, Uniões aduaneiras, União econômica e monetária. Descrever
e citar as diversas formas de integração existentes e os respectivos países
membros.
Bilaterais e Multilaterais de Comércio: Acordos regionais de integração, Zonas
de preferência tarifária, Áreas de livre comércio, Uniões aduaneiras, União econômica e monetária. Descrever
e citar as diversas formas de integração existentes e os respectivos países
membros.
–
Formas de facilitação do comércio internacional:
Formas de facilitação do comércio internacional:
As
Rodadas de negociações da OMC.
Rodadas de negociações da OMC.
Fontes:
World Trade Organization
*
BARROS, Maria Carolina Mendonça de. Antidumping e
Protecionismo. São Paulo : Aduaneiras, 2003.
BARROS, Maria Carolina Mendonça de. Antidumping e
Protecionismo. São Paulo : Aduaneiras, 2003.
*
CORTIÑAS LOPES, José Manoel; PEREIRA DA SILVA, Marilza Gama. Comércio exterior competitivo: São
Paulo : Aduaneiras, 2002.
CORTIÑAS LOPES, José Manoel; PEREIRA DA SILVA, Marilza Gama. Comércio exterior competitivo: São
Paulo : Aduaneiras, 2002.
* COSTA, Ligia Maura. Comércio exterior: negociação e aspectos
legais. Rio de Janeiro : Elsevier/Campus, 2005.
legais. Rio de Janeiro : Elsevier/Campus, 2005.
* GUEDES, Josefina Maria M. M.; PINHEIRO, Silvia M. Antidumping,
Subsídios e Medidas Compensatórias. São Paulo : Aduaneiras, 1993.
Subsídios e Medidas Compensatórias. São Paulo : Aduaneiras, 1993.
2) O
Brasil no Comércio Mundial:
Brasil no Comércio Mundial:
– Total
da exportação mundial, em dólares dos EUA, em cada ano dos seguintes períodos: 1988-
1989; 1990-1994; 1995-2002; 2003-2010; 2011-2016.
da exportação mundial, em dólares dos EUA, em cada ano dos seguintes períodos: 1988-
1989; 1990-1994; 1995-2002; 2003-2010; 2011-2016.
– Principais
países exportadores: classificação por valor, em dólares dos EUA, em ordem
decrescente; e, participação percentual na exportação mundial.
países exportadores: classificação por valor, em dólares dos EUA, em ordem
decrescente; e, participação percentual na exportação mundial.
– Principais
países importadores: idem, idem na importação mundial.
países importadores: idem, idem na importação mundial.
– Desempenho
das exportações brasileiras nos períodos de pré-liberalização comercial e
cambial, isto é, até 1989 (pelo menos os anos de 1988 e 1989); e, nos períodos
de liberalização cambial 1990-1994; 1995-2002; 2003-2010; 2011-2016.
das exportações brasileiras nos períodos de pré-liberalização comercial e
cambial, isto é, até 1989 (pelo menos os anos de 1988 e 1989); e, nos períodos
de liberalização cambial 1990-1994; 1995-2002; 2003-2010; 2011-2016.
Fontes:
World Trade Organization
Ministério
da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)
da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)
Estatísticas
de Comércio Exterior
de Comércio Exterior
Balança
Comercial Brasileira
Comercial Brasileira
II
– Série Histórica: 1999 – 2017
– Série Histórica: 1999 – 2017
Exportação
por Fator Agregado – acumulado
por Fator Agregado – acumulado
Banco Central do Brasil
Economia e
Finanças – Notas Econômico-Financeiras para a Imprensa – Política Fiscal –
Política Monetária e Operações de Crédito do SFN – Setor Externo
Finanças – Notas Econômico-Financeiras para a Imprensa – Política Fiscal –
Política Monetária e Operações de Crédito do SFN – Setor Externo
Setor Externo; Economia
Internacional.
Internacional.
3) A
Participação dos produtos básicos, semimanufaturados e manufaturados na
exportação e na importação brasileira:
Participação dos produtos básicos, semimanufaturados e manufaturados na
exportação e na importação brasileira:
Obs. Os períodos sob análise devem ser os mesmos do
Tema 2.
Tema 2.
–
Exportação, importação e Balança Comercial, classificados por básicos,
semimanufaturados e manufaturados.
Exportação, importação e Balança Comercial, classificados por básicos,
semimanufaturados e manufaturados.
– Balança
Comercial, por setores de contas nacionais (classificação recomendada pelo
Departamento de Estatística da Secretaria das Nações Unidas).
Comercial, por setores de contas nacionais (classificação recomendada pelo
Departamento de Estatística da Secretaria das Nações Unidas).
–
Principais produtos, por categoria (básicos, semi e manufaturados) na
exportação brasileira. Idem por setores de Contas Nacionais.
Principais produtos, por categoria (básicos, semi e manufaturados) na
exportação brasileira. Idem por setores de Contas Nacionais.
–
Principais produtos, por categoria (básicos, semi e manufaturados) na
importação brasileira. Idem por setores de Contas Nacionais.
Principais produtos, por categoria (básicos, semi e manufaturados) na
importação brasileira. Idem por setores de Contas Nacionais.
–
Deflacionar os valores globais nos períodos selecionados, usando deflator do
dólar dos EUA.
Deflacionar os valores globais nos períodos selecionados, usando deflator do
dólar dos EUA.
–
Índices de Preços e de Quantum na exportação e na importação brasileiras.
Índices de Preços e de Quantum na exportação e na importação brasileiras.
Fontes:
Bureau of Labor Statistics – USA (calculadora)
Fundação Centro de Estudos
do Comércio Exterior (FUNCEX) – Boletim de Comércio Exterior
do Comércio Exterior (FUNCEX) – Boletim de Comércio Exterior
Ministério
da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)
da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)
Estatísticas
de Comércio Exterior
de Comércio Exterior
Balança
Comercial Brasileira
Comercial Brasileira
II
– Série Histórica: 1999 – 2017
– Série Histórica: 1999 – 2017
Exportação
por Fator Agregado – acumulado
por Fator Agregado – acumulado
* LEITE, Érico Lins. O avanço das importações: o processo de dessubstituição de importações.
BOLETIM de Conjuntura. INSTITUTO DE
ECONOMIA DA UFRJ. Rio de Janeiro, 1993,
v. 13, n. 3, out. Seção : Balanço de pagamentos, comércio exterior e câmbio.
BOLETIM de Conjuntura. INSTITUTO DE
ECONOMIA DA UFRJ. Rio de Janeiro, 1993,
v. 13, n. 3, out. Seção : Balanço de pagamentos, comércio exterior e câmbio.
Também disponível (integralmente) em
ericolinsleite.blogspot.com.br/
ericolinsleite.blogspot.com.br/
“Memórias do Comércio Exterior Brasileiro – O
Processo de Dessubstituição de Importações”.
Processo de Dessubstituição de Importações”.
4) Crises
Cambiais:
Cambiais:
– Origens
e conseqüências. De 1990 a 2014.
e conseqüências. De 1990 a 2014.
–
Caracterizar os Fluxos Internacionais de Capitais de Curto, Médio e Longo
Prazo.
Caracterizar os Fluxos Internacionais de Capitais de Curto, Médio e Longo
Prazo.
–
Endividamento externo brasileiro.
Endividamento externo brasileiro.
–
Estado das Reservas Internacionais brutas e líquidas brasileiras.
Estado das Reservas Internacionais brutas e líquidas brasileiras.
Fontes:
* LEITE, Érico Lins. A política brasileira de comércio exterior: a antiga e a nova
ortodoxia – confronto entre doutrinas e mecanismos de ação. Rio de Janeiro :
UFRJ/Instituto de Economia, 1998. Tese de Doutorado em Economia.
ortodoxia – confronto entre doutrinas e mecanismos de ação. Rio de Janeiro :
UFRJ/Instituto de Economia, 1998. Tese de Doutorado em Economia.
Também disponível (Sumário) em:
ericolinsleite.blogspot.com.br/
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“Tese de Doutorado (Resumo/Abstract)”.
5)
Financiamento das vendas Internacionais de mercadorias e serviços de engenharia:
Financiamento das vendas Internacionais de mercadorias e serviços de engenharia:
– Práticas
Creditícias Internacionais.
Creditícias Internacionais.
– Agências
Financiadoras: Banco Mundial (The World
Bank), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), EXIMBANK EUA,
EXIMBANK JAPÃO, entre outros.
Financiadoras: Banco Mundial (The World
Bank), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), EXIMBANK EUA,
EXIMBANK JAPÃO, entre outros.
– Sistema
Brasileiro de Financiamento às Exportações. Banco do Brasil (BB), Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Brasileiro de Financiamento às Exportações. Banco do Brasil (BB), Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
– Buyer’s Credit. Suppliers Credit. Bid Bond. Performance Bond.
– Risco
Comercial e Risco Soberano (Risco País).
Comercial e Risco Soberano (Risco País).
6)
Financiamento do Saldo em Conta Corrente do Balanço de Pagamentos (Balança
Comercial, Serviços, Rendas):
Financiamento do Saldo em Conta Corrente do Balanço de Pagamentos (Balança
Comercial, Serviços, Rendas):
– Empréstimos
e financiamentos versus Investimento
Estrangeiro Direto (IED).
e financiamentos versus Investimento
Estrangeiro Direto (IED).
–
Investimento Indireto. Aplicações no mercado acionário e em títulos de crédito
governamentais e privados.
Investimento Indireto. Aplicações no mercado acionário e em títulos de crédito
governamentais e privados.
– Endividamento
Externo Bruto e Líquido.
Externo Bruto e Líquido.
– Contas
Patrimoniais Externas: Posição Internacional de Investimento – Ativo e Passivo
Patrimoniais Externas: Posição Internacional de Investimento – Ativo e Passivo
– Censo
de Capitais Estrangeiros.
de Capitais Estrangeiros.
7)
Empresas Multinacionais:
Empresas Multinacionais:
– Fusões e aquisições, no Brasil e no exterior.
– Legislação antitruste. A Lei Sherman, Lei Clayton, e a Federal Trade Commission (FTC), nos Estados Unidos. A legislação européia.
– A legislação brasileira de 1937. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), desde 1994, principalmente a partir de 2011, época em que passou a ater a atribuição de julgar concetração de empresas, visando o não estabelecimento de monopólios.
Fonte:
LEITE, Érico Lins. Empresas Multinacionais: estrutura econômica e atuação na economia
mundial e brasileira. Rio de Janeiro :
PUC-RJ/Departamento de Engenharia Industrial, 1976. Dissertação de
Mestrado em Engenharia Industrial.
mundial e brasileira. Rio de Janeiro :
PUC-RJ/Departamento de Engenharia Industrial, 1976. Dissertação de
Mestrado em Engenharia Industrial.
Também disponível (Sumário) em:
ericolinsleite.blogspot.com.br/
ericolinsleite.blogspot.com.br/
“Dissertação de Mestrado (Resumo/Abstract)”.
8) Os
Meios de Transporte no Comércio Exterior Brasileiro:
Meios de Transporte no Comércio Exterior Brasileiro:
– A
importância dos transportes marítimos na expansão do comércio exterior.
importância dos transportes marítimos na expansão do comércio exterior.
– Visão
conjuntural do comércio exterior brasileiro em face da infraestrutura marítima
nacional.
conjuntural do comércio exterior brasileiro em face da infraestrutura marítima
nacional.
– O
perfil da frota brasileira de longo curso e seus reflexos no comércio exterior.
– Receitas e despesas brasileiras com fretes.
perfil da frota brasileira de longo curso e seus reflexos no comércio exterior.
– Receitas e despesas brasileiras com fretes.
– Despesas
com afretamentos de meios de transporte.
com afretamentos de meios de transporte.
– INCOTERMS.
Significado das vendas e compras nas modalidades Free on Board (FOB) e Cost, Insurance and Freight (CIF).
Significado das vendas e compras nas modalidades Free on Board (FOB) e Cost, Insurance and Freight (CIF).
Fontes:
CÂMARA DE COMÉRCIO
INTERNACIONAL. Incoterms.
INTERNACIONAL. Incoterms.
LEITE, Érico Lins. O comércio exterior brasileiro e o uso do
mar. Rio de Janeiro : Escola Superior de Guerra, Departamento de Estudos –
Ciclo de Extensão – CE – III/81 – Palestra: T3, setembro 1981.
mar. Rio de Janeiro : Escola Superior de Guerra, Departamento de Estudos –
Ciclo de Extensão – CE – III/81 – Palestra: T3, setembro 1981.
9) O
Consenso de Washington:
Consenso de Washington:
– Origem.
Lideranças.
Lideranças.
– Resultados
e Questionamentos, inclusive pelas economias líderes.
e Questionamentos, inclusive pelas economias líderes.
– Nova
ordem política e econômica internacional?
ordem política e econômica internacional?
– Países
periféricos produtores de bens de baixo valor agregado e exportadores de
industrializados de origem primária. Países centrais produtores e exportadores
de manufaturados de elevado grau de agregação e conteúdo tecnológico.
periféricos produtores de bens de baixo valor agregado e exportadores de
industrializados de origem primária. Países centrais produtores e exportadores
de manufaturados de elevado grau de agregação e conteúdo tecnológico.